Sapientia et Fortitudo

Sapientia et Fortitudo
Ecce Homo

quinta-feira, 3 de maio de 2012

terça-feira, 24 de abril de 2012

O infinito desbota
Desaba
Cai
Pinga
Ressoa
O horizonte escorrega
Tomba
Despenca
Adormece
Sonha
O horizonte infinito morre
Ah! O suspiro liberto
A brisa solta desprendida
O voo disperso dos sonhos
A eternidade de mim
Ah! Agora sim liberdade
O eu e você
Que se acorrentavam no nós
Foi destrancado
E nossos olhares
Já não precisam mais se refletir

sábado, 3 de março de 2012

Bolhas de sabão feitas de palavras
Palavras que borbulham,flutuam
Explodem
Cérebro complexo,convexo
Conexo,contexto
Ali perto,longe
Próximo,tão próximo
Folhas de sabão
Adiante as bolhas evaporam palavras
Palavras que penetram,distorcem
Estouram
Tímpanos,vozes
Cérebro contexto
Convexo,conexo
Complexo.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

domingo, 9 de outubro de 2011

Queria que você soubesse que eu sinto você dentro de mim, e que você sentisse que eu sei sobre você dentro de mim.

[LArs]

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Tudo o que eu faço é com profundidade, há não ser odiar, nisso não consigo me aprofundar.

[LArs]
As vezes acho que todas as palavras já foram escritas, que já foram colocadas em uma determinada ordem ou desordem e que já não existe mais o que dizer; ae eu me deparo com um sentimento ao avesso, e então percebo que em alguns coraçóes nunca nada fora escrito.

[LArs]
Para que lhe fazer perguntas, se suas respostas são sempre frias impossibilidades. [LArs]

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Compondo o silêncio em notas musicais
Partitura infinita de solidão
Sons que ecoam vazios
Em letras e versos calados
Cordas e flautas mudas
Diante um concerto quieto
E na platéia de uma orquestra de lembranças
Ouço o doce timbre da tua voz.

[LArs]

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Vamos acampar esta noite
Fazer uma fogueira
Ouvir o estalar dos gravetos
Sob a proteção de Vulcano
Enquanto nossas almas caminham descalças
Sob o céu de Mercúrio
Vamos sentar em pedras imóveis
Ver nossos rostos iluminados pela lua
Os sorrisos ardentes
Olhares queimando na mesma direção
Cantaremos alto
Ninguém ouvirá nossas vozes
Vamos nos silenciar
Sentir apenas nossa presença
Fundindo nossos corpos
Em uma noite especial
Acordar com os raios do sol
O canto dos pássaros
O barulho leve da água
Que escorre por uma cachoeira de significados
Sentir a vida pulsar
Olhar as cinzas que restaram de nossa fogueira
As brasas que queimam sem medo.
Evaporam - se as últimas estrelas da madrugada
Perceber as leves chamas que se dissipam ao vento
E que se transformam num sopro sedutor
Invadindo nossos corações.

[LArs]
Poetas sem frases
Escrevem num livro sem páginas
Gravam nas linhas do coração
Palavras insignificantes
E nos capítulos finais da vida
Rescitam versos e poemas de tristeza.

[LArs]





quinta-feira, 11 de agosto de 2011

" Você acorrentou meus sentimentos ao ponto de escravizá-los, porém hoje me liberto ao dizer que eles nunca foram teus."

[LArs]